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    Salto no Escuro

 

 

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Antes de mais queremos desejar que
2010 seja um ano de Paz, Verdade e Solidariedade.

salto no escuro, o que é?
É um pequeno grupo de teatro e animação que, desde 2001, se tem dedicado a construir e realizar espectáculos e ateliers com forte componente de promoção do livro e incentivo à leitura.
Desenvolvemos um trabalho intimista, sempre para pequenas plateias, em que levamos o público a participar e ter um papel activo no desenrolar da actividade.

Neste sítio pode encontrar toda a informação sobre as nossas propostas: espectáculos, ateliers, formações.

 

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Somos um actor e uma caracterizadora e monitora de expressão plástica infantil que desde há alguns anos se têm dedicado aos públicos mais jovens, e que, desde 2001 resolveram dar um salto no escuro. Acreditamos que favorecendo a expressão se desenvolve a criatividade e sensibilidade na criança, o que vai ajudar o seu desenvolvimento intelectual, torná-la um ser mais equilibrado e mais forte, capaz de enfrentar as dificuldades com mais segurança. O nosso salto é um exercício de confiança, cheio de esperança de que o novo dia seja sempre mais luminoso, incendiado pelos sorrisos que vamos semeando à nossa passagem. Pontualmente têm-se juntado a nós alguns amigos que acreditam nesta forma de ser e estar.
Em 2001, com o apoio do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas (IPLB) e do Centro de Pedagogia e Animação do CCB, criámos
o livro mágico (1ª criação - estreou a 5. Mar. 01), espectáculo interactivo de incentivo à leitura. Este espectáculo foi o ponto de partida para o projecto salto no escuro. O nome, surgido só em 2003, integra todos os nossos ateliers e espectáculos que fomos criando e que têm como característica comum serem um espaço interactivo e de liberdade de expressão.
A biblioteca extravagante (2ª criação - estreou a 25. Mai. 02) inspirado na exposição de António Catalano "Universos Sensíveis" é um quase espectáculo que tenta recriar o ambiente dos contadores de histórias. Em 2003, já com o nome salto no escuro, criamos o Atelier de Expressão Plástica e de Desenvolvimento da Sensibilidade e Criatividade se eu fosse uma tela (estreou a 26. Ago. 03). Só em 2004 conseguimos terminar porquê a guerra? (3ª criação - estreou a 21. Jun. 04), espectáculo interactivo de educação para a cidadania (e de incentivo à leitura). Procuramos fazer um trabalho de qualidade, interactivo, de aprendizagem constante (aberto à participação de alunos, professores, pais, filhos…), com respeito pela criança e pela liberdade de expressão, com espaço para o sonho, sem deixar de nos surpreender com as revelações do dia a dia. Procuramos fazer um trabalho que questione e se questione, que leve a criança (e o adulto) a pensar por si, provocando novos olhares, com mais respeito por si própria e pelo outro, com espaço para a tolerância e para a diferença. Acreditamos nesta forma diferente de ser e estar que recusa infantilismos e falsos moralismos. Não temos um espaço físico próprio por isso todos os nossos espectáculos e ateliers são pensados e criados para serem totalmente itinerantes. São autónomos não necessitando de quaisquer equipamentos de luz ou som, sendo da nossa responsabilidade todos os equipamentos e materiais necessários à realização dos mesmos. Podem ser apresentados em Salas de Aula, Salas Polivalentes, Bibliotecas, Pequenos Auditórios, Casas do  Povo, e outros espaços alternativos  (dependendo das condições físicas do espaço envolvente).

F. Pedro Oliveira
Actor. Nasce em Lisboa em 1965. Iniciou-se no Teatro em 1985 no Grupo "ContraRegra". Mais tarde ingressa no Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema, que conclui em Julho de 1989.
Participou já em inúmeros Espectáculos donde se destaca: Dos Horácios e Curiácios à Noite, com encenação de Antonino Solmer no Grupo "ContraRegra"; A Terceira Margem do Rio e Bichos, ambos com encenação de João Brites, no Grupo de Teatro "O Bando"; Vida de Artista ou a Verdadeira História de Barbi, com encenação de Alexandre Sousa, produção do Grupo Cassefaz; Auto-Retrato e A Festa, ambos com coreografia de Madalena Victorino. Trabalhou ainda com Carlos Avilez, Carlota Gonçalves e Carlos Gomes, Fernando Gomes, Guilherme Filipe, Isabel Piscarreta, Jean-Pierre Tailhade, José Abreu, José Carretas, José Martins, José Peixoto, Luís Miguel Cintra e Miguel Abreu.
Desde 1996 tem criado e participado em espectáculos, ateliers e animações dedicados às crianças, nomeadamente nos projectos Música para Pais e Filhos,
O Livro Mágico, entre outros. Foi também professor de Expressão Teatral em diversas escolas do ensino básico.
Em 2002 iniciou uma colaboração com "Belgais – Centro para o estudo das Artes" onde interpretou com Jérôme Granjon (Piano) A história de Babar, mais tarde editado no CD Sons de Belgais.
Em 2003 criou, com Ana Faria, o nome Salto no Escuro, que reúne sobre si todos os espectáculos e ateliers interactivos que têm vindo a criar e que continuarão a sonhar.

Ana Faria
Caracterizadora e monitora de expressão plástica infantil. Nasceu em Vila Nova de Famalicão em 1967. Desde 1995 tem-se dedicado à actividade de caracterização e efeitos especiais tendo participado em inúmeros programas de televisão, telenovelas, telefilmes, cinema, teatro, opera, publicidade e fotografia. Já trabalhou, entre muitos outros, em teatro com Robert Wilson, Ana Tamen, Álvaro Zúñiga; em cinema com L. Gasparini, Gerard Marx, Patrick Timsit, François Ruggieri, Jorge Paixão da Costa, Luís Filipe Rocha e João Botelho; em televisão com Alvaro Fugulim, Frederico Gonçalves, Jorge Cardoso, Alfredo Tropa.
Desde 2001 tem trabalhado com F. Pedro Oliveira na criação de espectáculos e ateliers interactivos para a infância e juventude.